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quinta-feira, 14 de maio de 2009

Bragança inicia construção de AS

Em Novembro do ano passado o presidente da Câmara Municipal de Bragança, Jorge Nunes, anunciava a intenção de criar um parque de estacionamento com “pequenos equipamentos que permitam resolver necessidades elementares, como seja despejar os depósitos sanitários" junto ao parque de merendas da Mata do Castelo. Na altura estimava-se que as obras começassem durante o Inverno para estarem prontas na próxima Primavera.

Contundo a pouco mais de um mês do Verão, ainda não se iniciaram as obras, mas segundo a Rádio Bragança, até ao final de mês de Maio deverá arrancar a qualificação do espaço para receber as autocaravanas.


Castelo de Bragança vai ter parque de autocaravanas

É um investimento de 15 mil euros, que o presidente da junta de freguesia de Santa Maria, Jorge Novo, considera uma mais-valia para os visitantes. As obras devem começar ainda este mês. Jorge Novo justifica a necessidade da intervenção, dizendo que aos fins-de-semana, a zona adjacente ao castelo se enche de autocaravanas. "Ainda no fim-de-semana do 25 de Abril estavam muitas autocaravas aqui estacionadas mais os autocarros" diz o autarca. Jorge Novo refere que o estacionamento em geral, na zona do castelo, continua a ser uma preocupação e que "no verão é caótico" e por isso a próxima intervenção a fazer, é para ordenar o estacionamento. Para já, vão ser as autocaravanas que vão ter um espaço junto ao castelo de Bragança. As obras de construção do parque de autocaravanas devem começar ainda no mês de Maio. Uma obra que representa um investimento de 15 mil euros.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Uma escapadela ao passado: de Trás-os-Montes a Macau...

Quando penso em Trás-os-Montes é inevitável que me lembre do amigo Urbino, uma das boas heranças que recebi do autocaravanismo. É seguramente o autocaravanista mais distinto que respira para lá do Marão, e é ao seu capital social, empenho e paciência para me aturar que todos nós devemos a existência da Área de Serviço de Torre de Moncorvo.
Mas o seu estatuto social na região rivaliza com a modéstia e noção de serviço colectivo que empresta aos seus gestos. Por isso estou certo que se o tenho consultado não aprovaria que eu escrevesse estas palavras, o que as torna ainda mais merecidas.
Desta vez o colega, companheiro e amigo Urbino partilha connosco uma fresta da panóplia de sentimentos, sabores e memórias que lhe afluíram numa fugaz viagem de autocaravana por entre os montes e vales que o viram crescer.
A Tribuna Autocaravanista sente-se honrada por conferir projecção a esta crónica em registo de quem é e se sente genuinamente autocaravanista. Estou certo que no final da leitura você também se vai sentir grato(a) ao distinto Repórter Itinerante da TAC por terras de Trás-os-Montes.

Raul Lopes


O período de Carnaval é sempre uma ocasião propícia para um passeio mais alongado, quando o tempo o permite, como foi o caso deste ano. Normalmente, nesta época alternamos entre a neve, se está frio, e a amendoeira em flor, se o sol aquece.
Este ano, resolvemos sair para as amendoeiras em flor, regressando a terras que foram as minhas de nascença, e aproveitando para recordar o I Encontro de Autocaravanas em Moncorvo, em 2008. Saídos de Bragança já perto do meio-dia, passámos por um grupo de autocaravanas, em Podence, um pouco depois da albufeira do Azibo, que julgamos ser do CAS (Clube Autocaravanista Saloio), e dirigimo-nos para a foz do Sabor, que dá o nome à aldeia.
Depois dos montes e da serra de Bornes, com perspectiva sobre todo o vale da Vilariça, passámos por Vila Flor, uma vila pequena mas simpática, com um museu digno de visita e um miradouro que nos espraia a vista por horizontes quase infinitos.
Descemos até à fábrica das águas Frise, bem conhecidas da publicidade, percorremos um dos vales mais férteis do país – o vale da Vilariça –, atravessámos as suas vinhas que se prolongam até à Foz do Sabor, e soube bem chegar à confluência do rio Sabor com o rio Douro para saborear um bacalhau com grelos, no meio de uma paisagem que nos deixa sempre rejuvenescidos na alma. Uma garrafa de Quinta de Vila Maior - cujo produtor é daquela aldeia, mesmo ao lado da vinha do célebre Barca Velha - deu ao bacalhau com grelos um sabor que rivaliza com qualquer outro petisco do mais caro restaurante do mundo.
Rumando para Moncorvo, foi tempo de visitarmos a Feira do artesanato, onde comprámos umas bugigangas e uns doces de amêndoa, passando ainda pelo comércio local para reabastecer a garrafeira com uma caixa do “Casa da Palmeira”, um irmão mais em conta do Quinta de Vila Maior. Enquanto a garrafa deste vai para 18 euros, a garrafa daquele fica-se pelos 7.50 euros

30 anos depois…de Moçambique
Saímos de Moncorvo pelas 5 da tarde com ideias de pernoitar em Foz Côa. Só que a vantagem das planificações em autocaravana é poder desplanificá-las a cada passo. E assim fizemos. Em vez de pararmos em Foz Côa, seguimos para Celorico da Beira, mais concretamente para a aldeia de Vale de Azares (se fosse supersticioso não tinha ido), passando ao lado da Meda e de Trancoso. No Lar de Idosos da aldeia encontra-se um casal amigo da família da minha mulher, desde os tempos de Moçambique, onde uns e outros mourejaram em busca de melhores dias.
Ao prazer do reencontro e da recordação doutros tempos e doutras vidas, juntou-se o prazer da descoberta de um humanismo autêntico, feito de generosidade e de pequenos nadas, que ainda é possível descobrir nas nossas aldeias, mas cada vez mais difícil de descortinar nos meios urbanos, feitos de individualismos crescentes e de egoísmos que fecham as pessoas em autismos de solidão e sofrimento.
50 anos depois … de Macau

No dia seguinte partimos sem grandes planos, de novo em direcção ao Douro e às amendoeiras em flor. Passámos por Pinhel, que aproveitámos para conhecer. Uma cidade pequena, mas cheia de história, testemunhada ainda por vários solares e pelo que resta de um castelo que D. Dinis mandou reconstruir e que, ao longo dos séculos, foi sempre fiel aos reis de Portugal em todas as escaramuças em que estes se viram envolvidos com os reis do país vizinho.
E já que de um passeio de memória se tratava, lembrei-me que eram dali o Leopoldo Pinheiro e o José Coelho Matias. Logo no primeiro café em que perguntei por ele, obtive as informações necessárias para o procurar e reencontrar num abraço que recordou o primeiro encontro de 50 anos atrás, nas terras longínquas de Macau. Foi com alguma piada que recordei o facto de sermos ambos naturais de dois concelhos quase vizinhos – eu, de Moncorvo, e ele, de Pinhel – e nos termos conhecido a milhares de quilómetros de distância, aquela a que Macau se encontra. São as voltas que a vida dá!...
Enquanto bebericámos um café, pusemos as vidas em dia e recordámos professores e colegas.

A vida feita de conversa… da treta?...

Entretanto tínhamos combinado com o presidente da Câmara de Moncorvo que, à noite, estaríamos no Cine-Teatro local para assistir à “Conversa da Treta” do António Feio e do José Gomes. Mesmo assim, ainda tivemos tempo para almoçar e descansar em Figueira de Castelo Rodrigo, e passar depois por Almendra, Castelo Melhor e, de novo, Foz Côa. Que deslumbramento de paisagens!... Os olhos não se cansam de as contemplar e a alma de as perscrutar!...
Antes do espectáculo, novo encontro feito de memórias. O Rogério, meu primo, - que me acompanhou até Macau e comigo por lá estudou 5 anos, mais tarde fez-se professor, jornalista do Diário de Lisboa, do Jornal, da Visão, da Capital, do Rádio Clube Português – também estava em Moncorvo, por coincidência. O jantar foi pretexto para uma conversa, não da treta, mas de verdadeiro alimento da alma. Recordámos as contradições do marxismo e do salazarismo e a sabedoria de Lévinas; citámos Kierkegaard e Hegel, entre outros, enquanto o corpo se entretinha com uma garrafa de “Montes Ermos” e uma posta à mirandesa. A alma ficou satisfeita, mas o corpo também não se queixou.
A memória da infância pregou-nos nova partida depois do espectáculo do António Feio e do seu compincha, ao encontrarmos a Conceição e o marido, que tiveram a amabilidade de nos acompanhar até à autocaravana e ali regressarmos ao passado da aldeia e da nossa família, agora dispersa um pouco por todo o lado, desde Peredo dos Castelhanos até Lisboa, passando o Atlântico para os Estados Unidos da América. Uns figuinhos secos e uns grãos de amêndoa foram-nos ajudando a compor o estômago com uma “Casa da Palmeira”, os homens, e um chazinho de cidreira, as mulheres.
Junto a nós, pernoitaram mais duas autocaravanas, que neste fim-de-semana elas andavam espalhadas por todo o lado, desde Pinhel a Figueira de Castelo Rodrigo e a Moncorvo.

Pôr-do-sol no Azibo
Na 3ª feira de Carnaval seria o regresso a casa. Mas ainda tínhamos o dia por nossa conta. Acordámos com o barulho das autocaravanas do CAS. Agora, sim, não havia dúvida alguma que se tratava dos companheiros do CAS. Para pena minha, quando acabei o pequeno-almoço já eles tinham ido a dar uma volta pela vila e não pude meter conversa com nenhum deles.
Antes de partirmos de Moncorvo, ainda deu para mais uma voltinha pela vila a comprar os últimos “regalos”, como dizem nuestros hermanos, e para voltarmos à Área de Serviço das Autocaravanas, a melhor do distrito de Bragança, que resultou de uma parceria entre a Câmara Municipal local e a então direcção do CPA, entre os quais eu fui mero instrumento de ligação. Na sua inauguração juntámos, pela primeira vez, mais de 100 autocaravanas no distrito de Bragança, tendo esse encontro ficado como um marco importante na história no autocaravanismo do distrito de Bragança e até de todo o Trás-os-Montes.
Depois, foi um cruzar permanente com companheiros das autocaravanas, desde Moncorvo até ao Azibo, onde almoçámos e esperámos pelo pôr-do-sol. Mais um “banho” de beleza natural.
Só depois é que regressámos ao descanso da casa … mas começando desde logo a pensar na próxima saída. É que isto das viagens em autocaravana, quando se entranham na nossa alma, é difícil viver muito tempo sem lhes fazer a vontade!...

César Urbino Rodrigues

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Recordando outros Carnavais: ao encontro dos Caretos de Podence

Daqui a quinze dias repete-se o ritual dos festejos de Carnaval. Disfarçando a fraca tradição da data entre nós, um pouco por todo o lado o país vai ser invadido pelos desfiles com ritmo e sotaque brasileiro. Mas a cultura tradicional portuguesa também nos oferece outros desfiles, outros registos, outras cores e sabores. Pela mão da companheira Paula Vidigal, a quem a TAC agradece a amabilidade da colaboração, aqui fica uma proposta diferente de viver o Carnaval. Na sua crónica Paula Vidigal leva-nos ao encontro dos Caretos de Podence, pretexto para usufruir do que melhor Trás-os-Montes tem para nos oferecer. Que bela sugestão...




O tempo passa a voar e, se ontem foi a passagem de ano, daqui a nada está aí o Carnaval. (Lembro-me ainda, quando era adolescente, que uns dias a seguir ao Ano Novo, a garotada começava a rebentar bombinhas de Carnaval, quase cosendo as duas datas festivas…).


Provavelmente para fazer justiça a esses tempos, ocorre-me agora a viagemdecasaascostas de 2008, em épocas de Entrudo. O pretexto era mesmo viajar; a temática a tradição das máscaras, das carantonhas, dos mascarados, dos caretos.


Desta vez o Carnaval comemorou-se cedo (dia 3 de Fevereiro era domingo Gordo), pelo que o Inverno ainda se fazia sentir e bem! O frio acompanhou-nos sempre e, infelizmente, a chuva. No sábado, preguiçámos na viagem e, se o destino era Podence, talvez com pernoita em Foz Côa, optámos por parar mais cedo, por volta das 17.30, em Freixo de Numão, naquele que é um local já consagrado a AC. Lá estava uma francesa e nós. Água e local de despejo. Dedicámo-nos, com o frio, à vidinha caseira: copas, “olho do K”, leituras…


No dia seguinte, a chuva instalou-se de vez , mas mesmo com ela as visitas ao Vale “rupestre” do Foz Côa estavam esgotadas até dia 5. Felizmente que as lojas dos chineses não conhecem feriados sejam eles gordos ou magros, já que o esquecimento dos chapéus-de-chuva nos levou a Marcos de Canaveses à procura dos ditos cujos. Dali a Podence a excitação era grande porque a vontade de ver a chocalhada era muita.

Os Caretos representam imagens diabólicas e misteriosas que todos os anos desde épocas que se perdem no tempo saem à rua nas festividades carnavalescas de Podence – Macedo de Cavaleiros. Interrompendo os longos silêncios de cada Inverno, como que saindo secretos e imprevisíveis dos recantos de Podence, surgem silvando os Caretos e seus frenéticos chocalhos bem cruzados nas franjas coloridas de grossas mantas."



O programa das festas (previamente consultado na net), dizia-nos que o desfile seria por volta das 15h, creio. Até lá, havia tempo, qual Óbelixes, para um belo almoço de leitão assado no, certamente, melhor (e creio que único) restaurante da terra. Mas se o gaulês comemora no fim da festa, a nossa comemoração foi antes e não nos deu muita sorte. A partir dali a chuva foi basicamente o som que se fez ouvir. O desfile dos Caretos que, segundo a tradição, se despede do Inverno e saúda a Primavera, não pôde mostrar-se nem renovar as estações.


Graças à chuva, os trajes coloridos, feitos de colchas franjadas de lã ou linho, não se atreveram a soltar-se ruas fora, ensopando-se em mantas pesadas e impossibilitando a correria e a energia máscula dos homens que as vestem. Se os chocalhos à cintura têm como finalidade assinalar os dias do calor que se aproximam, era óbvio que o tempo lhes cortava as voltas. Mesmo assim, soava aqui e ali um chocalho mais afoito que nos fez correr até à tenda gigante montada para a exposição da Festa. Lá dentro, aquecedores gigantes e muita animação: gaiteiros da nuestra hermana España e os tão esperados acabaram por dar caras, ou melhor, dar às ancas em cima do mulherio que ria de prazer e dor. Bem esperámos que o sol os aplaudisse e aparecessem, mas acabei a levar com os chocalhos mesmo ali, debaixo de chuva e frio.

A esperança extinguiu-se e a noite foi passada em Bragança, debaixo de frio, num local pacato e simpático: frente à antiga gare de comboios. Apesar das expectativas furadas, na Casinha reinou a boa disposição, à excepção de algumas reticências do mais jovem que não olhou com bons olhos a energia e as carantonhas dos caretos. Afinal há sempre locais a conhecer cá dentro, Bragança era um dos que nos faltava. A manhã de segunda foi passada ao longo do seu centro histórico.




Para rimar com a temática da viagem, aprofundámos os nossos conhecimentos sobre as máscaras e trajes de Carnaval tradicionais, no Museu Ibérico da Máscara, simpático e acolhedor.



Incrível como a tradição se repete por essas aldeias espanholas.Quem sabe um bom roteiro para outros carnavais…




À tarde, visita rápida a Murça para ver de perto a sua porca.


Final de dia em Vila Real para um banho de sétima arte: o último com Johnny Deep – Swenney Todd, um musical fabuloso mas tenebroso.

Pernoita mesmo ali perto do shopping Dolce Vita, ao lado de uma zona residencial, com algum barulho de música de noite, mas sofrível.

Terça-feira de Entrudo e desta vez a chuva não ia estragar a festa. Era a nossa secreta (e bem apregoada) esperança, já que o plano era seguir de perto outras andanças carnavalescas de ar livre. Às 11.30, com medo de perdermos o lugar, já estávamos às portas de Lazarim , uma aldeia ao longo de estrada magra com pouco espaço para AC. Coubémos.
Na padaria (a única da aldeia) fazia-se fila para o pão e bola de carne. Foi o nosso almoço, apesar de a tenda gigante no centro da aldeia, nos acenar com um belo cardápio regional. Das 14.00 às 19.00 vimos desfilar um grupo singular de máscaras e de trajes, numa manifestação de alegria invulgar e insólita. Contrariamente a Podence, aqui a mulher também participa e, pelo que vimos, concorrendo em força.



(abertura do desfile pelos padrinhos)





De trapos velhos, de palha e outros constituintes da mãe-Natureza, a criatividade e o engenho mostra que não é preciso seda e riquezas para criar o belo e colorido. Para além do desfile toda a manifestação é original: a abertura do desfile pela madrinha e padrinho lida de um balcão, a leitura dos testamentos, com a sua linguagem pícara e picante visando alvos conhecidos da aldeia (e a corarem ali ao nosso lado), o concurso das máscaras e a queima dos bonecos de palha. Ao que parece os testamentos são redigidos ao longo do ano, logo a seguir ao dia de Entrudo. Os deste ano certamente já estarão destinados e redigidos, provavelmente não às escondidas, em velhos barracões e palheiros, mas quem sabe, na troca de e-mails e sms já que muitos dos jovens participantes estudam na cidade e vão à “terra” pela altura das festas.



(leitura dos testamentos)









(queima do boneco)
O epílogo da festa é de barriga cheia, já que se oferece a todos (aldeãos e forasteiros) um caldo de farinha e feijoada ali mesmo cozinhados, em panelas de ferro, ali, no centro da praça e ao vivo. O calor das brasas, do vinho e da alegria acompanharam-nos até Viseu, onde cortámos o banho pagão com um Ásterix na tela da sétima arte, in Fórum Viseu. Pernoita no antigo Rossio, quase ao lado do Viriato e de duas carrinhas itinerantes.
(preparação da feijoada)
Já de regresso, a nostalgia do passado acenava e não resistimos ao apelo da voz coimbrã, mas à beira-rio já não há lugar para AC. Aliás, a senhora do parque de estacionamento esclareceu-nos que toda aquela zona não é aconselhável a pernoitas, dado que o amigo do alheio por ali já actuou algumas vezes com estrangeiros e portugueses. A ideia era só almoçar, mas registámos, com pena. Afinal em Coimbra tem de se pernoitar no Camping? Não há outros locais exteriores possíveis?
Era o fim das curtas férias, não havia tempo para indagar… se alguém souber de algo interessante naquela que é uma das nossas cidades eleitas, que diga.


Paula Vidigal
http://viajantedecasaascostas.blogspot.com/