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sexta-feira, 15 de maio de 2009

Mais uma vez, o CPA vai apanhar as canas dos foguetes do Boaventura

De cada vez que aqui me refiro ao CPA há por aí uns sendeiros de hálito salazarento que sobem ao castelo de Abrantes a urrar. Clamam pela unidade dos Cruzados DeAlém e de Aquém para silenciar esta Tribuna, perigoso reduto de infiéis ao bem-comum, “totalitários” “intelectualóides” e doidos varridos a precisar de urgente internamento psiquiátrico (entre outros “mimos”). Coitados, faz pena vê-los esgrimir tanto ódio e tanta tentativa reles de assassinato de carácter.

Exibindo a sua falta de educação e a sua diminuta capacidade intelectual (que a miude os impede mesmo de perceber o que aqui escrevemos), tentam atingir-nos com as suas atordoadas, não compreendendo que o insulto só a si próprios denigre, pois que sendo incapazes de discutir civilizadamente uma só ideia que seja, o que resulta das suas palavras é simplesmente um hino de louvor à ignorância. Tal como Salazar, sentem-se incomodados pelo facto de haver quem tenha craveira intelectual reconhecida. Por haver quem se atreva a pensar autocaravanismo e ouse dizer em público o que pensa.

Apetece-me fazer-lhes a vontade. Não por tais criaturas, mas por mim próprio que já estou farto de escrever sobre as derivas errantes do CPA e do MIDAP-Dc . Mas de cada vez que digo a mim mesmo que não vou escrever sobre coisas patéticas, logo os protagonistas do costume me obrigam a reconsiderar, pois há coisas que não podemos ignorar. Há coisas que é preciso denunciar!

Já há dias o companheiro Eugénio nos transmitiu o seu grito de indignação:

... já que se fala em ridículo, junto este também ... o Boaventura, sim o tal que em Abrantes gritou alto e bom som, "acabar com as ervas daninhas"; "correr com o professor" e outras coisas similares, é o mesmo que a "mando" do Ruy Figueiredo, segundo ele diz: "lhe deu os contactos, nº tlm e emails" anda a angariar autocaravanistas pra irem a Almeida, "a mais um arraial" com José Cid, Malhoa e afins, há e tudo grátis!!
... valhe-me Sto Ambrósio; o Ruy que sempre ignorou os sócios, que nunca respondeu no Fórum CPA quando foi interpelado pelos mesmos, agora delega nos seus "acólitos" a angariação pra arraiais... não há pachorra! ...

A situação a que se refere o companheiro Eugénio é grave de mais para poder ser ignorada por quem quer que esteja preocupado com o futuro do autocaravanismo em Portugal. Desta vez, para não variar, a Direcção do CPA voltou a esquecer a responsabilidade institucional do Clube e continua a permitir-se usar os sócios para apanhar as canas dos foguetes que o Boaventura lançou. Ora veja-se esta amostra do desnorte que grassa no CPA.

· A 14 de Dezembro, o vendedor Boaventura usa o Fórum do CPA para anunciar que 3 meses depois iria ser inaugurada uma Área de Serviço “no Parque Fluvial a borda da Ribeira de Meimôa na Freguesia de Benquerença”. Para que não houvesse dúvidas de quem era o mordomo da festa, Boaventura acrescenta: “Foi-me prometido pelo Srº Presidente da junta que haverá uma pequena supresa e animação”. (no lugar de "supresa" deve ler-se comezaina à borla).

· A 5 de Fevereiro “o CPA” vem de mansinho anunciar a AS como se de obra sua se tratasse:
"Companheiros
Nova Área em Benquerença
Esta nova Área será inaugurada no fim de semana de 13 a 15 de Março.
Mais informações sobre a inauguração serão fornecidas brevemente
."

· Mas, um mês depois é de novo Boaventura quem vem a terreiro:
comunico-vos que a data de 13/14 de Março prevista para a inauguraçãoda A/S em Benquerença fica adiada por motivos alheios á nossa vontade

· Em Abril, 2 dias depois da AG (onde não consta que o anúncio tenha sido feito), ficamos a saber que:
O CPA vai realizar o seu 40º encontro de 29 a 31 de Maio de 2009, integrando no programa a inauguração da àrea de Serviço de Bemquerença”.

· Só que, dias depois, quando nada o faria supor, o CPA vem dizer que:
O 40º Encontro anunciado é adiado devido ao convite feito pela Cãmara de Almeida aos autocaravanistas através do CPA, para a 3ª Edição da Feira das Artes e da Cultura e Festa do Bacalhau, nos dia 29, 30 e 31 de Maio.”

Que falta de profissionalismo!!!!

Desde o dia 1 de Abril que a Feira de Almeida estava anunciada. Agora é que a Câmara de Almeida convida “através do CPA”? O que se passou que justifique a anulação do Encontro em Benquerença?

O que aconteceu, simplesmente, foi que o Sr. Boaventura (que não tem qualquer cargo dirigente no Clube) já se tinha comprometido a levar “muitas autocaravanas” para a patuscada do bacalhau, pomposamente designada por “Encontro luso-francês de autocaravanistas em ambiente cultural”. Ou seja, o arraial do Boaventura et ses amis. A prova de que tal evento nada tem a ver com o CPA é que o Clube disse aos sócios esta coisa extraordinária: “os interessados devem contactar o companheiro Cândido Boaventura para: candidoemilia@iol.pt “.

Será que o CPA deixou de ter sede, telefones, funcionária e email? Ou esta é mais uma forma de tentar justificar o injustificável: como é que o sr. Boaventura dispõe da lista de contactos telefónicos de todos os sócios do Clube?

Como é possível que o CPA deixe de acarinhar a inauguração de uma área de serviço, anulando mesmo um Encontro do Clube já anunciado, para ir atrás dos foguetes do Boaventura? Será que para o CPA uma patuscada vale mais do que uma Área de Serviço?
Como pode um Clube com o historial do CPA deixar-se instrumentalizar pelos interessesinhos do amigo do presidente Ruy Figueiredo? Afinal quem manda no CPA? Como pode a vontade do Boaventura sobrepor-se a uma decisão da Direcção?

Com estas trapalhadas o CPA está a prestar um péssimo serviço à imagem do autocaravanismo português. Um clube que assim se comporta não pode esperar ser levado a sério pelas instituições públicas, nem sequer pelos autocaravanistas que não sejam afectados pela gula de alarves provincianos.


E não se pense que isto é uma estratégia para criar mais uma AS. Há 3 anos aconteceu exactamente a mesma coisa, e já então se disse que a razão de ser da patuscada em Almeida era a criação de uma área de serviço. Já então houve quem tentasse manipular e servir-se do CPA para fins de promoção pessoal. Por isso a Direcção de então decidiu que não se associaria ao evento. Mas já há 3 anos, mesmo contrariando a decisão da Direcção a que presidia, Ruy Figueiredo decidiu ir “a título pessoal” à patuscada do seu amigo Boaventura. E este retribuiu-lhe o apoio com a deselegância de falar aos jornalistas na qualidade de representante dos autocaravanistas portugueses, tudo tendo feito para que a presença do presidente do CPA no local fosse ignorada. Tanto assim que até houve quem viesse a público afirmar que o mérito das 6 dezenas de autocaravanas presentes se devia ao esforço de mobilização dos dirigentes de outro clube.


Enfim, há 3 anos, como agora, parece que Ruy Figueiredo não aprendeu a lição. Por isso companheiro Haddock se o espectáculo do Ruy Figueiredo e do seu tradutor Boaventura em Abrantes foi fonte de inspiração para a sua rábula dos gauleses, recomendo-lhe vivamente que não perca a parte II em Almeida, onde le moussier Boneventure exibirá perante ses amis francius os seus predicados. Os franceses retribuirão com um convite para outra patuscada em terras gaulesas, a que não faltarão les 2 amis portugas. Os francius não têm bacalhau, mas têm bom vinho! Ah... e oferecem medalhas de "mérito" a quem lhes serve de guia em Portugal e os leva a degustar umas patuscadas, de preferência pagas pelas Autarquias Locais.

Assim vai o autocaravanismo português... Até quando vamos continuar a confundir responsabilidades institucionais com interesses e caprichos de vaidade pessoal?
Como disse o Eugénio: ... não há pachorra!


Raul Lopes

terça-feira, 5 de maio de 2009

Se o ridículo matasse.....

Realizou-se este fim de semana o I Encontro Ibérico de Autocaravanismo em Braga. Pelas notícias divulgadas pelo Correio do Minho (aqui, aqui e aqui) nada de positivo acrescentou ao movimento autocaravanista. Aliás pelos comentários do responsável do Clube organizador, Clube Autocaravanista do Norte, ao referido jornal diria que mais valia estarem calados e quietos...

Expressões como:

"Claro que pensamos na gripe suína mas, o encontro estava marcado há muito tempo e ninguém nos disse que não se podia realizar."

"Não nos interessa muito saber se o autocaravanismo é turismo itinerante, se é campismo ou se é tudo isto junto e muito mais.”

"A actividade que praticamos tem que ser, sobretudo, divertimento."

São bem reveladoras da forma como este clube foi criado em final de 2007 e que na altura foi amplamente discutido no fórum do CPA. Interessante reler a esta distância o que lá foi dito e por quem foi dito...

Interessante também verificar a presença do presidente da FCMP neste evento. No encontro organizado em Abrantes pelo CPA onde se discutiu num colóquio o autocaravanismo foi enviado um dirigente desconhecido e neste evento onde o que interessava era a diversão foi o presidente...até por aqui se vê a importância que a FCMP dá ao autocaravanismo!!!

segunda-feira, 4 de maio de 2009

CPA: e depois de Abrantes?

Se tivéssemos acreditado no que nos foi sendo dito ao longo do último ano teríamos ficado convencidos de que depois do arraial de Abrantes nada voltaria a ser como dantes no autocaravanismo. Abrantes seria uma espécie de congresso fundador do autocaravanismo. Simplesmente uma revolução.
No arraial de Abrantes se consagraria a unidade suprema de todos os actores do autocaravanismo, sentando de braço dado na mesma mesa deus e o diabo, com destaque para: a Federação Campista, a Associação dos donos dos campings privados, o Automóvel Clube Português, a Associação dos comerciantes de automóveis, o CPA, o MIDAP-DeCarvalho, os donos do Camping-Car, etc.
A ideia despertou tantos apetites que o MIDAP-DeCarvalho chegou ao ponto de anunciar como sua a organização do grande Seminário Internacional que iria fundar o autocaravanismo e criar o Observatório, resolvendo de uma penada todos os problemas do autocaravanismo. De Sol que iluminaria o palco, o movimento dos transversais transformou-se afinal numa nuvem que se esfumou pelos céus de Além sem que no arraial de Abrantes alguém desse por isso. Para quem cultiva as fábulas da selva, chama-se a isto ter entrada de leão e saída de sendeiro (no dicionário sendeiro= burro, velho ruim, homem desprezível). Conclusão inevitável: o MIDAP-DeCarvalho foi o grande derrotado na batalha de Abrantes.
Assim se compreende melhor o esforço para ressuscitar a casa do sino de Cascais, agora na versão "entrincheirados na Fortaleza do partido laranja". Ai os transversais vão curtir as mágoas de terem sido ignorados em Abrantes e fazer em paz o seu semináriozinho sobre touring e anunciar mais um nado-morto no reino de além: o Observatório do MONGA (ou será o miradouro do falcão?).

Como vingança desta vez são os transversais a ignorar o CPA. Parece-me justo! Afinal o CPA também tem vindo a ignorar que tem como sócio um elefante que outra coisa não tem andado a fazer do que desacreditar o autocaravanismo e armadilhar o caminho que o Clube devia percorrer.
Mas voltemos a Abrantes. Agora que o Encontro terminou impõe-se fazer o seu balanço. Parece óbvio que o Encontro não deixou eufóricos os que nele participaram. Ao que se diz, o trio de mordomos (Ruy Figueiredo, Teresa paiva e José Vieira) cometeram falhas imperdoáveis, mesmo para amadores. Mas sobre isso prefiro não falar, pois não tendo estado presente apenas posso falar considerando os ecos que me chegaram do que por lá se passou. Há todavia uma coisa que é evidente para todos: o Encontro de Abrantes nem uniu nem mobilizou os autocaravanistas portugueses, nem sequer serviu para projectar para a sociedade portuguesa uma imagem positiva do autocaravanismo. Abrantes não foi a revolução no autocaravanismo que alguns tentaram convencer-nos que seria. De Abrantes não saiu uma só ideia nova capaz de nortear o rumo do autocaravanismo e mobilizar os autocaravanistas.
Não obstante Abrantes foi um evento positivo, não tanto para o Autocaravanismo português, mas pelo menos para a imagem do CPA que se vinha a degradar a olhos vistos.
Quando digo que foi positivo não é pelo número de participantes, que foi apenas 20% do que o CPA tinha por objectivo, juntando menos autocaravanistas portugueses do que aqueles que já reuniu em vários Encontros anteriores do Clube. Aliás, uma semana depois o CAN, clube com meia dúzia de sócios, reuniu quase tantas autocaravanas em Braga como o CPA em Abrantes. Ou seja, o número de participantes no arraial de Abrantes, que o CPA exagerou, não consegue esconder a desagregação que está a ocorrer no Clube, nem a sua notória perda de capacidade aglutinadora do movimento autocaravanista português. Afinal é sob o signo dos campeões da unidade que se assiste à multiplicação de clubes que disputam a influência ao CPA: no último ano já surgiram 4 clubes, e o 5º deu este fim de semana mais um passo no sentido da sua criação.
O que considero positivo é a circunstância de pela primeira vez na história das concentrações do Clube haver um espaço nobre dedicado à discussão dos problemas do autocaravanismo. Mas nem aqui a organização conseguiu acertar, havendo a lamentar, entre outros, os seguintes aspectos.

· O CPA organizou um colóquio para discutir autocaravanismo, mas nada disse aos autocaravanistas sobre o que tem em mente fazer para resolver os problemas que nos afectam. Parece que o CPA navega sem bússola nem GPS.
· Pior do que isso, o CPA não só insiste em chamar a Federação campista para a mesa onde é suposto discutir-se autocaravanismo, como parece confiar a essa Federação o
papel de porta-voz institucional dos autocaravanistas. Enquanto não forem os autocaravanistas a determinar o seu destino, obviamente não vamos a lado nenhum.
· O CPA também é filiado na Federação internacional de autocaravanismo, mas não aproveitou o facto para dar ao debate uma dimensão internacional, convidando representantes de clubes amigos a trazerem a Portugal o testemunho da sua experiência.

· Finalmente, o CPA anunciou este encontro como o momento da reconciliação e da união de TODOS os autocaravanistas (menos algumas ervas daninhas intelectualóides, claro!) mas na hora de discutir o futuro do autocaravanismo ignorou os outros clubes autocaravanistas portugueses. Se foi este o preço a pagar pela acertada exclusão dos campeões do touring MIDAP-Decarvalho, então é óbvio que quem pagou a factura foram as pessoas erradas.

O CPA preferiu ter em Abrantes a FCMP em vez dos outros clubes de autocaravanistas, preferiu o folclore de exibir cabeças sem ideias em vez de promover um verdadeiro debate entre quem pensa autocaravanismo. Teresa Paiva, a responsável pela imagem do Clube, já tinha mostrado esse mesmo erro infantil quando instrumentalizou à mesquinhez o último número do Boletim do CPA. Agora a FCMP veio dar razão a quem pensa como eu: a Braga enviou o seu presidente, a Abrantes enviou um moço de recados. Assim se vê o valor que a federação campista dá ao facto do CPA se colocar de cocaras. Assim se vê, como o CPA ficou prisioneiro da FCMP por tentar usá-la para dar cobertura a uma declaração infeliz do presidente do CPA.

À margem do Colóquio outra questão se coloca. É sabido que um dos maiores problemas com que se defronta o autocaravanismo em Portugal é a má imagem social dos autocaravanistas. Entre outras coisas tal imagem limita a disponibilidade das autarquias locais em promoverem o autocaravanismo, até pelos custos políticos que daí decorrem. Impõe-se pois perguntar: o que foi feito pelos organizadores do Encontro para melhorar a imagem dos autocaravanistas e salvaguardar a Câmara de Abrantes de ataques político-partidários como estes que reproduzo de seguida, tornados públicos na arena política local?
Raul Lopes
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Só num concelho minado pela contra-informação virada para o enlevo da incompetência e da mediocridade, se tolera o relevo dado a um agrupamento de 700 visitantes, que correram a provas de vinho e a serões culturais preparados para o efeito e que beneficiaram de infra-estruturas de acolhimento muito próprias, especialmente construídas para o seu grupo, contrariando o princípio da universalidade da utilização das benfeitorias municipais.
Estranha-se pois, que um executivo socialista ainda fale orgulhosamente, de uma actividade que ao passar por Abrantes, não ocupou um único quarto de hotel, nem usou os cafés e os restaurantes com a expressão económica devida a outro qualquer grupo de 700 visitantes. O autocaravanismo é sinónimo de auto-suficiência nos meios utilizados, comida e dormida. Logo, não traz aquele rasto de consumo tão necessário à sustentabilidade dos parceiros económicos e turísticos de um concelho.

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quinta-feira, 30 de abril de 2009

Lorvão de novo em festa

De 10 a 14 de Junho a Junta de Freguesia de Lorvão volta a organizar a sua já tradicional Feira de Artes e Cultura, para a qual convida todos os autocaravanistas.

Do Programa que o Sr. Presidente teve a amabilidade de nos enviar destacamos a animação cultural programada para cada um dos 5 dias da Feira, a sardinhada na noite de Santo António, a ceia colectiva no dia 13, os passeios de burro e a volta à Freguesia em bicicleta. Motivos mais do que suficientes para os autocaravanistas comparecerem num dos primeiros locais a dispor de Área de Serviço para autocaravanas em Portugal.



Os interessados em participar deverão proceder previamente à sua inscrição na Junta de Freguesia, Telf. 239477162

quarta-feira, 25 de março de 2009

IV Gesto Eco-Solidário


A edição de 2009 do Gesto Eco solidário vai se realizar de 27 a 29 de Março. Este ano para além da habitual plantação de árvores na Serra de São Macário será inaugurada a Área de Serviço de São Pedro do Sul.

Espero que a comunicação social tão lesta a reportar os maus exemplos que os autocaravanistas cometem junto ao litoral, não se esqueçam agora da sua missão de formação e informação e publicitarem os excelentes exemplos, como é o caso deste IV Gesto Eco-Solidário.

O programa é o seguinte:

Dia 27 - 6ª feira

A partir das 14h30m – Acolhimento no Largo da Feira que fica no fim da AV. Conselheiro José Vaz, S. Pedro do Sul. Coordenadas 40º 45’ 50’’ N 08º 03’ 51’’ W. Enquanto aguardamos a chegada de todos haverá animação musical e a Estação de Artes e Sabores encontrar-se-á aberta e à nossa disposição

dia 28 - sábado

10 às 12h – Jogos tradicionais e para os amantes da caminhada, na companhia de guias, iremos descobrir recantos de S. Pedro incluindo alguns locais aconselhados para estacionamento e pernoita dentro da vila.
12h às 14h 30 – Almoço livre
15h – Partida de autocarro para as Termas
15h 30 – Inauguração da Estacão de Serviço ao que se segue a visita guiada ao complexo termal
19h30 – Jantar no Hotel Rural Sollar do Banho situado à beira rio e tem como origem uma das primeiras casas a hospedar pessoas enquanto faziam os seus tratamentos termais.

dia 29 - domingo

9h 30 – Partida para S. Macário. Plantação simbólica de árvores e visita às que desde 2006 aí temos vindo a plantar. Realização de fotos para mais tarde recordar.
12h - Almoço Convívio “Sopa de S. Macário”

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Abril... concentrações mil

Costuma o Povo dizer, Abril: águas mil. Em 2009 será diferente, em vez de águas mil, teremos concentrações mil.
  • Logo no início do mês (de 9 a 13 de Abril) a FICM (Federação Internacional de Clubes Autocaravanistas) organiza na Catalunha a sua concentração anual, naquela que poderia ser verdadeiramente a grande concentração ibérica de autocaravanistas.

  • De 23 a 27 de Abril, com a bandeira CPA e não se sabe mais de quem, está anunciada a realização do I Encontro de Autocaravanistas em Abrantes, que ambiciona ter uma dimensão internacional. Calcula-se pois que os autocaravanistas presentes na Catalunha se desloquem directamente de lá para Abrantes.

  • Para finalizar, de 30 de Abril a 3 de Maio, realiza-se em Braga o I Acampamento Ibérico de Autocaravanas, sob a bandeira da FCMP e do CAN. De fora ficam todas as entidades da Península Ibérica com legitimidade representativa dos autocaravanistas. Nada que o envio de uma delegação do CPA não resolva. Se saírem de Abrantes a 27 ainda vão a tempo do hastear da bandeira em Braga no dia 30.

De permeio, à margem do calendário autocaravanista mas por certo tendo autocaravanistas como a maioria dos participantes, ainda se realiza o I Encontro Nacional de Campismo e Caravanismo de 17 a 19 de Abril de 2009, numa organização do Clube de Campismo da Marinha Grande.

É caso para dizer: não há fome que não dê em fartura.
Há quem diga: EXCELENTE! Eu digo antes: não será tempo de parar para pensar?

O curioso deste calendário é que há campeões da unidade por detrás de cada uma destas iniciativas, para já não falar daqueles que (celebrando a unidade do movimento autocaravanista) lançam foguetes a todas elas.

Enfim... nem na organização das patuscadas se entendem, e depois ainda têm a lata de dizer que a Tribuna é que divide o movimento autocaravanista.

Raul Lopes

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

I Encontro dos autocaravanistas saloios

Fez este fim de semana 2 meses, que o CAS (Clube Autocaravanista Saloio) anunciou à comunidade autocaravanista a sua criação, a 24 de Novembro de 2008. O CAS nasceu sob o estigma da sombra tutelar DeAlém, mas depressa soube exorcizar o fantasma dessa alma errante, o que é sem dúvida a sua primeira vitória.
Assumidamente modesto nos seus propósitos, o CAS parece querer ser apenas um Clube de afectos cujos objectivos se esgotam na confraternização entre os seus associados. Fiel a este entendimento o CAS resistiu à tentação das concentrações mil de Abril e programou para 20 a 24 de Fevereiro o seu I Encontro por terras do Nordeste Transmontano.
O pretexto parece ser o sempre agradável esplendor das amendoeiras em flor, mas o que me leva a sublinhar aqui esta iniciativa do CAS é a preocupação que se percebe ter informado a definição do seu programa. O CAS soube integrar no programa do seu encontro a valorização de marcas identitárias da nossa história cultural, como é o caso dos Caretos de Podence, e valorizar a Área de Serviço para autocaravanas construída pela CM de Moncorvo.
Um exemplo que não posso deixar de aplaudir, sobretudo quando há por aí quem se empenhe em vender máquinas para áreas de serviço mas, uma vez recebido o dinheiro e saboreada a patuscada paga pela Autarquia, vire costas sem querer saber da utilização dada à área de serviço, ou mesmo à sua simples divulgação. Infelizmente, no autocaravanismo nem sempre consciência colectiva e interesse individual se conjugam de forma adequada. O que do meu ponto de vista assume gravidade maior quando tais comportamentos são legitimados por um clube com a responsabilidade institucional que recai sobre o CPA. O caminho que o CAS indicia querer seguir com esta iniciativa é diferente, e felicito-o por isso.

Aos membros do CAS, desejo boa viagem por esse lindo recanto de Portugal.
Raul Lopes